quarta-feira, 23 de junho de 2010

Uma humana, com disfarce de ET.


Eu posso parecer que não sou desse mundo, mas por destino, eu nasci na Terra e sou humana, assim como você que está lendo (e se não for, me avise, tenho vontade de conhecer um extraterrestre).

Eu sinto dor, medo, frio e calor.
Sinto fome, tesão e saudade.
Sinto vontade, sinto sono.
Também sinto o azedo do limão e o doce do quindim.

Preciso de amor, carinho e atenção.
Tenho problemas, tenho carências, tenho defeitos.
Eu erro, eu caio, eu magôo
Eu tenho sentimentos e as vezes sofro com eles.
Tenho compaixão e paciência.
Eu desculpo e isso não muda tudo da noite pro dia.
Assim como me decepciono, e pra não ficar triste, finjo que não aconteceu.

Eu dou risada até minha barriga doer, brinco como se tivesse 5 anos e dou cambalhota na grama
Choro como bebê. Corro e me escondo do que, pra mim, é o bicho-papão.
Eu fujo do real, mas também não fico no surreal.
Eu faço carinho e manha.
Sei ser mulher e sei ser menina.

Faço coisa errada que pra mim é certo.
Faço o que tenho que fazer mesmo que não goste.
Posso fazer alguém sorrir, como chorar
Dou colo, dou amor, dou atenção e calor.

Eu sou agradável e ao mesmo tempo chata.
Depende. Do que? Também depende.
Sou constante e tenho picos.
Me contento com o pouco, porém desejo mais.
Posso dar a maior atenção para uma gota de chuva na janela,
Como posso não notar o que é óbvio.

Mas eu sou real, de carne, osso e um monte de sonhos.
Acredito na paz mundial, no amor como prioridade e no milagre da vida.
Sou cheia de mistérios e vontades.
Sou gente grande, mas não adulta.
Eu irradio amor.

Posso não parecer mas sou normal. Não comum, mas normal. Quem sabe se eu fosse verde, aí sim, eu seria mais normal.
Mas faço como todo mundo:
  "Pra falar verdade, as vezes minto... Tentando ser metade do inteiro que eu sinto".
                                  (Cuida de mim, Teatro Mágico)



 a Humana.


terça-feira, 22 de junho de 2010

Minha receita da felicidade.

Usufruir do que nos é apresentado,
dar um nó sem precisar de corda,
viver do que é essencial,
apreciar a beleza na simplicidade,
amar incondicionalmente,
fazer o bem a todos,
deixar algo especial por cada um que passar em nossas vidas,
aprender nos erros,
se levantar mais forte a cada queda,
tirar proveito de tudo que acontece, pois nada, nem ninguém, aparece por 'acaso'.
Se dar motivos para sorrir a todo segundo,
agradecer pelo nosso maior bem, a vida.


Isso é viver feliz!


meu Nó Infinito.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Ah, o brigadeiro...

Eu gosto de brigadeiro, gosto muito
de tanto gostar, chego até amar!
Mas estava pensando, será que gosto mesmo dele,
ou gosto do leite condensado?
ou do chocolate?
Não sei o por quê disso!
Se gosto porque é doce,
ou porque me deixa feliz!
Se é por derreter na boca,
ou instigar a menininha dentro de mim a se sujar toda.
Não sei por quê desse gostar,
como não sei o de tantos outros.

Prefiro não saber o que condiciona isso.
Quem sabe não tenha por quê,
Quem sabe seja um monte de 'gostos' juntos em uma coisa,
ou apenas o cheiro dele quente na panela...
Não sei o por quê, e por não saber, é mais gostoso, é mais sincero
Não é necessário entender...

Só sei que continuarei a amar brigadeiro, assim como outras coisas e pessoas, incondicionalmente.


a Gordinha.